Sem Acesso visita – Arena da Baixada – Curitiba

Vou confessar: quando a dona Dilma falou que esta seria a #CopaDasCopas, eu pensei: “será a maior zueira que o Planeta já presenciou! Não vai ter acessibilidade, não vai ter legado nenhum!”. Depois de ver uma abertura sem qualquer destaque ao chute inicial do esqueleto, a preocupação aumentou.

Não viu o chute? O Sem Acesso mostra:

Mas sabe quando a gente morde a língua? Pois é…

O negócio é que #TáTendoCopa #MuitaCopa, caros leitores!

Sabendo que o Sem Acesso não fica fora de nada, dois leitores estiveram em dois jogos ocorridos na Arena da Baixada, em Curitiba/PR e fotografaram, com exclusividade para o blog, as formas de acesso ao estádio.

Primeiramente, é bom lembrar que, segundo o site da Copa 2014 PR, “dos 43 mil assentos do estádio, 212 assentos reservados para cadeirantes, 46 para deficientes visuais, 88 para pessoas com mobilidade reduzida e 88 para obesos. O estádio possui ainda sinalização específica, como piso tátil, indicação visual de degraus, elevadores e rampas com auxílio de corrimão, além de banheiros adaptados para homens e mulheres. Para quem tem carro, será reservado um estacionamento na Rua Iapó, próximo ao estádio, mas é necessário fazer um cadastramento prévio. O mesmo esquema funciona com pessoas idosas. O transporte público é acessível: todos os ônibus que estão na rota do estádio têm acessibilidade.”

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O caminho até o estádio. Veículos, além dos credenciados, não passavam

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Escadaria com piso tátil

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Os lugares reservados às pessoas com deficiência e seus acompanhantes ficava neste pavimento. Acredito que, para alcançar este andar, um outro aparelho de acessibilidade estava disponível.

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Lugares reservados: onde é possível ver duas cadeiras juntas (são para os acompanhantes), logo acima da primeira arquibancada.

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Visão interna dos camarotes

 

E sabe o que é melhor? Encontrar livremente matérias elogiando a acessibilidade do Estádio! Nada como opinião de pessoas que necessitaram utilizá-la para ilustrar este post:

* o sistema disponibilizado na PUC-PR – que precisava de registro e uma credencial, com ônibus saindo do local especialmente para pessoas de mobilidade reduzida foi eficaz;

* o transporte era feito da Rua Iapó até o estádio, tendo 250 vagas e ônibus exclusivo para deficientes e pessoas com mobilidade reduzida. Além disso, todos os ônibus da rota da Arena da Baixada possuem acessibilidade;

* os voluntários ajudavam e acompanhavam as pessoas com deficiência até seus assentos.

 

Não obtenho informações acerca dos demais estádios. Creio que sempre há empecilhos e coisas a melhorar, mas não é bom demais, num evento internacional, que o Brasil prove que aqui o acesso aos jogos é facilitado e que a acessibilidade, quando bem executada, é aproveitada por todos?

O negócio é torcer, leitores! Torcer pelo Brasil e para que esta experiência vire um legado para os próximos anos!

 

GOOOOOOOOL da acessibilidade!

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